sábado, 9 de novembro de 2013
Site da prefeitura de NY
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terça-feira, 29 de outubro de 2013
A 'SUDERJ' informa : sai a TV Cultura e entra em seu lugar a TV Escola no time da VIACABO / Carraspana Campista
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Via Cabo explica porque tirou a TV Cultura da sua grade de programação. E aí?!?!
Acabo de interagir via chat com a Via Cabo para questionar o motivo de não conseguir mais sintonizar a TV CULTURA.
O diálogo foi o mais surpreendente possível. Absurdo: ELA SIMPLESMENTE FOI RETIRADA DA GRADE DE PROGRAMAÇÃO.
Total falta de respeito com o cliente que adquire um produto e eles vivem mudando sem prévio aviso.
Abaixo a íntegra:
http://www6.directtalk.com.br/chat31/LayoutDT/Padrao/dialogo.aspx
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Plataforma de Ideias em São Paulo / Superinteressante
Cidades Para Pessoas | São Paulo vai ganhar uma plataforma de ideias
Para ela, as cidades têm algo a oferecer às pessoas apenas porque, e apenas quando, são criadas e moldadas pelas pessoas. É só olhar em volta e percebemos que há uma porção de gente tentando usar seus talentos para moldar espaços urbanos em lugares melhores para viver. O que faz com que sejam bem sucedidos é que algumas cidades possuem sistemas que permitem e convidam as pessoas a fazer isso – enquanto a estrutura burocrática de outras emperra e desencoraja esse processo criativo.
São Paulo vai ganhar uma plataforma de ideias
Natália Garcia 12 de setembro de 2013
A ativista Jane Jacobs dizia que a cidade é uma eterna obra inconclusa, um imenso laboratório de tentativa e erro.
Para ela, as cidades têm algo a oferecer às pessoas apenas porque, e apenas quando, são criadas e moldadas pelas pessoas. É só olhar em volta e percebemos que há uma porção de gente tentando usar seus talentos para moldar espaços urbanos em lugares melhores para viver. O que faz com que sejam bem sucedidos é que algumas cidades possuem sistemas que permitem e convidam as pessoas a fazer isso – enquanto a estrutura burocrática de outras emperra e desencoraja esse processo criativo.
A boa notícia é que São Paulo vai ganhar uma plataforma para que os paulistanos proponham ideias para sua cidade chamada Sampa Criativa, uma iniciativa do SescSP, SenacSP e da Fecomércio. Nesse portal poderão entrar iniciativas como a da minha amiga Carolina Ferrés, que está tentando convencer uma incorporadora imobiliária na Vila Madalena, em São Paulo, a trocar um muro por uma cerca verde, para criar uma superfície mais interessante de ser percorrida. “Precisamos de uma cidade com menos muros” diz ela, e eu concordo.
Também haverá espaço para o projeto do artista plástico Ciro Schu e do orquidófilo Alessandro Marconi, que criam esculturas de madeira com orquídeas plantadas pela cidade. O vídeo que mostra o trabalho deles me deixou emocionada ao ver dois homens sensíveis e lindos plantando respiros de beleza em uma cidade tão cinza.
A verdade é que depois de passar um ano percorrendo 12 destinos pelo mundo entrevistando urbanistas, políticos, empresários e ativistas, as iniciativas mais interessantes que encontrei eram como essas da Carol, do Ciro e do Alessandro: vinham das pessoas que estavam experimentando ideias e testando as vocações das suas cidades. E aí percebi que, quando se trata da gestão política de uma cidade, os bons projetos não são só os que envolvem uma ideia para resolver um problema. São principalmente os que criam sistemas para que as ideias das pessoas sejam testadas e incorporadas ao processo de planejamento urbano. Como diz o pesquisador e escritor Augusto de Franco, inovação não é ter uma ideia genial, é criar um ambiente que permite que a inteligência coletiva aconteça. Em outras palavras, as cidades brasileiras precisam de sistemas para que a Carol, o Ciro e o Alessandro possam testar e melhorar progressivamente suas ideias para transformá-las em modelos replicáveis. E espero que essa lacuna seja preenchida pela Sampa Criativa.
Quando me perguntam qual o projeto mais bacana que conheci com o Cidades para Pessoas sempre cito o Instituto de Sustentabilidade de Portland, que tem como função conectar os setores que moldam a cidade. O instituto tem sedes em alguns bairros de Portland, onde faz articulações entre a iniciativa privada, as organizações ativistas, a universidade e o poder público. Nas palavras do diretor do Instituto Rob Bennet, eles “conectam os ‘queros’, ‘tenhos’ e ‘possos‘ para transformar desejos em projetos coletivos”. Foi desse sistema que a vontade de morar em uma cidade mais agradável substituindo a infraestrutura cinza (concreto e asfalto) por verde (concreto permeável e canteiros de plantas) se transformou no projeto Grey to Green. Como em Portland chove muito, a água que corria por cima do asfalto chegava muito poluída ao rio Williamette, que corta a cidade. Agora, com estruturas permeáveis, a água se infiltra aos poucos no solo e chega muito mais pura aos lençóis freáticos. Era só isso que faltava para que o processo de despoluição das águas do Williamette, que começou há 30 anos, chegasse a um nível em que as pessoas pudessem nadar no rio novamente. Foi a criação desse sistema onde ideias podem ser testadas que permitiu que as pessoas possam agora nadar no rio durante o verão.
O sociólogo Robert Park diz que “a cidade é a tentativa mais bem sucedida do homem de refazer o mundo em que vive mais de acordo com os desejos do seu coração. Mas, se a cidade é o mundo que o homem criou, é também o mundo em que está condenado a viver daqui por diante”. Sistemas centralizados em que poucas pessoas tomam as decisões que moldam a vida de muitas tendem a nos deixar reféns de uma cidade ruim. Sistemas que, ao contrário, permitem que a inteligência coletiva se manifeste, tendem a nos devolver o direito à cidade que, nas palavras do geógrafo David Harvey “não é um direito individual de ter acesso aos recursos urbanos, é um direito coletivo de mudar a cidade e, em última instância, mudar a nós mesmos”. Espero que estejamos nesse caminho.
(semana que vem farei um texto mais detalhado contando como vai funcionar a Sampa Criativa)
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Ideia fácil e barata para implementar ! Prefeitura de Nova York
Em poucas horas, NY transformou pistas automotivas em espaços para pedestres e revolucionou sistema de transportes da cidade
Débora Spitzcovsky 7 de outubro de 2013
Ok, a mobilidade urbana está um caos, mas melhorá-la pode ser menos trabalhoso (e mais barato) do que imaginamos. Quer um exemplo? A cidade mais populosa dos EUA, Nova York, conseguiu, em uma noite, devolver parte de suas ruas – que haviam sido tomadas pelos carros– para os pedestres.
A história foi contada por Janette Sadik-Khan, secretária de Transportes da cidade americana, em visita ao Brasil. Segundo ela, em 2002, a infraestrutura de NY estava um caos: 90% do espaço das ruas era ocupado por carros, mas 90% das pessoas estavam insatisfeitas e queriam mais áreas públicas para caminhar e conviver. A solução? Liberar 90% do espaço para os pedestres.
Colocar a ideia em prática parece uma missão impossível, mas – acredite! – foi mais fácil do que você está pensando. Na época, a prefeitura da cidade não tinha dinheiro para grandes obras, o que fez Sadik-Khan sugerir que o espaço dos carros fosse devolvido aos pedestres, apenas, por meio de sinalização.
Foi o que aconteceu: em uma madrugada, munida de placas e tintas para pintar as pistas, uma equipe da prefeitura devolveu aos pedestres diversos espaços públicos. Entre eles, um canteiro central, no Brookyn, que era usado como estacionamento informal pelos veículos e se transformou em praça de convívio.
A solução de Sadik-Khan era ousada e, portanto, provisória. O acordo era que as ruas poderiam ser devolvidas aos carros, se necessário. No entanto, a resposta da maioria da população foi tão positiva que o governo não teve coragem de voltar atrás. Pelo contrário: a ideia só foi para frente.
Com a mudança, as pessoas passaram a se sentir mais donas das ruas e, consequentemente, tornaram-se mais receptivas a qualquer projeto que previsse livrar a cidade do “carrocentrismo”. Dez anos depois, NY possui centenas de quilômetros de ciclovias e váriasfaixas exclusivas de ônibus, além de ter reduzido o limite de velocidade dos veículos em 15 km/h, entre outras melhorias.
É ou não é uma história inspiradora para as nossas grandes cidades? Mudar pode ser mais fácil do que se imagina, ainda mais munidos de uma das principais “armas” dos brasileiros: acriatividade.
Foto: Divulgação/Prefeitura de NY
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Vamos importar juízes chineses para substituir alguns do STF ? //
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
VEJAM COMO A MATEMÁTICA PODE SER CRUEL... .
Há uma semana, o governo da China inaugurou a ponte da baía de Jiaodhou, que liga o porto de Qingdao à ilha de Huangdao. Construído em quatro anos, o colosso sobre o mar tem 42 quilômetros de extensão e custou o equivalente a R$2,4 bilhões.
Há uma semana, o DNIT escolheu o projeto da nova ponte do Guaíba, em Ponte Alegre , uma das mais vistosas promessas da candidata Dilma Rousseff. Confiado ao Ministério dos Transportes, o colosso sobre o rio deverá ficar pronto em quatro anos. Com 2,9 quilômetros de extensão, vai engolir R$ 1,16 bilhões.
Intrigado, o matemático gaúcho Gilberto Flach resolveu estabelecer algumas comparações entre a ponte do Guaíba e a chinesa. Na edição desta segunda-feira, o jornal Zero Hora publicou o espantoso confronto numerico resumido no quadro abaixo:
Há uma semana, o DNIT escolheu o projeto da nova ponte do Guaíba, em Ponte Alegre , uma das mais vistosas promessas da candidata Dilma Rousseff. Confiado ao Ministério dos Transportes, o colosso sobre o rio deverá ficar pronto em quatro anos. Com 2,9 quilômetros de extensão, vai engolir R$ 1,16 bilhões.
Intrigado, o matemático gaúcho Gilberto Flach resolveu estabelecer algumas comparações entre a ponte do Guaíba e a chinesa. Na edição desta segunda-feira, o jornal Zero Hora publicou o espantoso confronto numerico resumido no quadro abaixo:
Os números informam que, se o Guaíba ficasse na China, a obra seria concluída em 102 dias, ao preço de R$ 170 milhões. Se a baía de Jiadhou ficasse no Brasil, a ponte não teria prazo para terminar e seria calculada em trilhões. Como o Ministério dos Transportes está arrendado ao PR, financiado por propinas, barganhas e permutas ilegais, o País do Carnaval abrigaria o partido mais rico do mundo.
Corruptos existem nos dois países, mas só o Brasil institucionalizou a impunidade.
Se tentasse fazer na China uma ponte como a do Guaíba, Alfredo Nascimento daria graças aos deuses se o castigo se limitasse à demissão.
Dia 19/07/11, o Tribunal chinês sentenciou a execução de dois prefeitos que estavam envolvidos em desvio de verba pública.
(Adotada esta prática no Brasil, teríamos que eleger um Congresso por ano)
Fonte: Zero Hora
Postado por Joca Muylaert às 11:46:00 Nenhum comentário:
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