sábado, 11 de janeiro de 2014

Sensacional, corajosa e politicamente correta a atitude do prefeito de Petrópolis

domingo, 5 de janeiro de 2014

Vereadores de Camboriú não parecem entender suas funções administrativas...

Em Camboriú, a disputa pelo prédio mais 

alto

Na fila dos grandes empreendimentos, um edifício de 70 andares concorre com outro que 


pode ultrapassar 80 pavimentos



29 de dezembro de 2013 | 2h 06

Mariana Segala, especial para o Estado / Balneário Camboriú (SC) - O Estado de S.Paulo
Os engenheiros da construtora catarinense FG Empreendimentos passaram o segundo semestre de 2013 debruçados sobre o planejamento de uma operação que deve, finalmente, ser colocada em marcha daqui a algumas semanas. Trata-se da concretagem das fundações do Infinity Coast, um edifício residencial de 66 pavimentos que está sendo levantado em Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina.
Plano de aterrar praia para evitar a sombra dos prédios não sai do papel - RBS
RBS
Plano de aterrar praia para evitar a sombra dos prédios não sai do papel
Só essa etapa da construção consumirá 5,5 mil metros cúbicos de concreto, o equivalente a 785 caminhões betoneiras cheios, uma imensidão que será despejada na obra em apenas cinco dias. É que para formar um bloco único, como deve ser, o material não pode secar. Por isso, também será preciso montar duas fábricas de gelo no pátio da concreteira fornecedora, exclusivamente para atender ao empreendimento.
Se tudo correr conforme o planejado, as fundações do maior prédio em construção no Brasil, segundo a consultoria Council of Tall Buildings and Urban Habitat (CTBUH), estarão prontas na primeira quinzena de fevereiro. "O volume de concreto usado apenas nessa fase seria suficiente para erguer um prédio inteiro de 30 andares", diz José Antônio Roncaglio, diretor comercial da FG Empreendimentos, que afirma faturar R$ 200 milhões por ano. "O desafio tecnológico e logístico de obras gigantescas como essa é enorme."
Encontrar saídas desse tipo é a rotina da indústria imobiliária de Balneário Camboriú. Na cidade, de 120 mil habitantes, a guerra é para ver quem consegue subir mais. Na fila de obras da FG há um edifício de 70 pavimentos, que vai concorrer com um prédio com potencial para ultrapassar 80 andares, previsto para ser lançado em 2015 pela Embraed, outra construtora local. "O que existe de mais caro numa construção são os terrenos. Para fazer valer o investimento, tentamos elevar os prédios tanto quanto possível", diz Adriana Amorim, diretora da Embraed, que afirma faturar R$ 400 milhões por ano. Nessa disputa, em que grandes incorporadoras nacionais não conseguem entrar, a Embraed ainda ostenta um título. No seu portfólio de obras está o Villa Serena, edifício entregue em março de 2013 que, por enquanto, ocupa o posto de prédio residencial mais alto já pronto.
A questão básica é a escassez de áreas disponíveis para construção. Em território, Balneário Camboriú é um dos menores municípios de Santa Catarina. Tem 46 quilômetros quadrados, o equivalente a menos de 7% da área de Florianópolis, a capital do Estado. A extensão da praia central, onde ficam os terrenos à beira-mar, não chega a 7 quilômetros. Por isso, eles praticamente já não existem.
Nos últimos anos, as construtoras têm ocupado a chamada Barra Sul, área menos explorada - e onde, agora, se concentram os "espigões", como a população da região chama os prédios mais altos.
Sem limites. O plano diretor da cidade impõe índices de ocupação máxima dos terrenos. Porém, não estabelece limites para a altura dos prédios. Nos anos 2000, a prefeitura regulamentou a transferência de potencial construtivo (TPC), instrumento que permite às incorporadoras aumentar a área construída nos terrenos, mediante o pagamento de taxas usadas para realizar investimentos em intervenções urbanas específicas. Isso facilitou o caminho rumo ao céu - e ao luxo. Praticamente só há construções de alto padrão em Balneário Camboriú. Um estudo conduzido pela consultoria Brain, de Curitiba, indica que 60% do estoque de apartamentos lançados na cidade custa acima de R$ 1 milhão.
"Temos de nos adaptar para atender os compradores que, basicamente, são grandes empresários da região e do Paraná, além de fazendeiros dos Estados do Centro-Oeste, como o Mato Grosso", explica Luiz Alves Mendes, sócio da construtora Mendes Sibara. Mendes vai entregar no primeiro semestre de 2014 a primeira torre do Marina Beach Tower, um edifício residencial em que cada apartamento, além de três ou quatro vagas de garagem, inclui uma vaga para barco - em uma marina exclusiva acessível pelo elevador do prédio. Cada unidade custa a partir de R$ 2,5 milhões, mas o preço pode chegar a R$ 7,5 milhões dependendo do andar e da planta. Segundo o empresário, apenas 25% dos apartamentos ainda estão por vender. No Infinity Coast, da FG - que contratou a atriz americana Sharon Stone como garota-propaganda no ano passado -, os apartamentos estão sendo vendidos, em média, por R$ 2,5 milhões. A entrega está prevista para 2018.
A aposta no luxo não ocorreu por acaso - foi um caso bem pensado, diga-se de passagem. "As regras de zoneamento estabelecem que à beira-mar os apartamentos devem ter, pelo menos, 220 metros quadrados de área", diz Carlos Humberto Metzner Silva, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) de Balneário Camboriú. Nas quadras que ficam entre a praia e a Terceira Avenida, segundo o executivo, só valem apartamentos com 150 metros quadrados ou mais. Foi a alternativa encontrada para "qualificar" o mercado local. Afinal, quem tem cacife para bancar uma segunda residência a esse preço também tem muito dinheiro para gastar com outras atividades na cidade.
"A altura dos prédios dá a falsa sensação de adensamento populacional. Mas, na verdade, cada prédio tem um, no máximo, dois apartamentos, por andar", explica o secretário do Planejamento da cidade, Auri Pavoni.
Para a prefeitura, é uma grande jogada - e uma fonte gigantesca de recursos. As faturas de IPTU por apartamento são proporcionais ao seu tamanho e, portanto, elevadas. Mas como a maior parte dos proprietários é formada por veranistas, a demanda social permanente da população é relativamente pequena. "Temos infraestrutura para atender o público quando a praia está cheia. Mas durante o ano, na verdade, ela é até subutilizada", avalia Pavoni. A prefeitura estima que a população da cidade no verão chegue a um milhão de pessoas.
Impactos. Enquanto o céu é o limite para as construtoras, ninguém se dispõe a precisar os impactos que construções tão grandes podem causar à cidade. "Não há estudos que nos indiquem quais podem ser as consequências sobre a incidência de luz, o regime de ventos ou o meio ambiente, e muito menos temos referências de como mitigá-los", diz o arquiteto e urbanista Ênio Faquetti, membro do Conselho da Cidade, órgão consultivo vinculado à Secretaria de Planejamento e formado por representantes da sociedade civil.
Há pelo menos uma década Balneário Camboriú discute a necessidade de aterrar a praia para alargar a faixa de areia, de modo a evitar que a sombra dos prédios se abata sobre os banhistas. Atualmente, acredita-se que o projeto possa ficar pronto até a temporada 2015/2016.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Ideia para ser imposta na cidade de Campos dos Goytacazes / Folha.com


01/01/2014 - 04h00

Carro com som alto em São Paulo será multado em R$ 1.000


DO "AGORA"
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Carros que estiverem com som alto em ruas, postos de gasolina e calçadas da capital serão multados em R$ 1.000 e podem ser guinchados, caso o motorista se recuse a abaixar o volume.
A regulamentação da lei que permite a punição, feita pelo prefeito Fernando Haddad (PT), saiu na edição de ontem do "Diário Oficial" da Cidade e já está em vigor.
Além da multa, que será dobrada em caso de reincidência e poderá chegar a R$ 4.000, os motoristas podem ter o equipamento de som apreendido por fiscais.
A fiscalização vai levar em conta aparelhos como rádio, televisão, vídeo, CD, DVD, MP3, iPod, celulares, gravadores, viva-voz e instrumentos musicais. Marronzinhos, fiscais das subprefeituras e do Psiu (Programa de Silêncio Urbano) vão autuar os motoristas com o som alto.
Ainda segundo o texto da regulamentação, os moradores que denunciarem veículos com o som alto precisam se identificar, mas não terão seus nomes divulgados.
Fábio Braga - 27.ago.2011/Folhapress
Jovens dançam ao lado de carro com som alto estacionado em posto de combustível na zona sul de São Paulo
Jovens dançam ao lado de carro com som alto estacionado em posto de combustível na zona sul de São Paulo
O projeto de lei foi sancionado por Haddad em maio de 2013 e é de autoria dos vereadores Alvaro Camilo (PSD), Dalton Silvano (PV) e do senador Antonio Carlos Rodrigues (PR), que está licenciado da Câmara de São Paulo.
A intenção é acabar com os bailes funk que acontecem nas periferias da capital. Camilo é ex-comandante-geral da PM de São Paulo.
Haddad chegou a afirmar publicamente que reconhece o funk como "produção cultural de uma camada expressiva da juventude".
No entanto, afirmou que isso deve ser feito com "respeito" à vizinhança.
Haddad defende que os bailes funk sejam realizados em locais fechados ou até mesmo em espaços como o Anhembi (zona norte) e centros desportivos municipais.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Tudo pode mudar a partir de uma ideia...! / Leo Feijó

Home » TV Millenium » “Uma ideia pode melhorar todo o entorno de uma cidade”, diz Leo Feijó

“Uma ideia pode melhorar todo o entorno de uma cidade”, diz Leo Feijó

Leo Feijó, empresário, consultor e um dos responsáveis pela renovação da noite carioca, com a criação de espaços como a Casa da Matriz e o Teatro Odisseia, fala da importância da economia criativa para o desenvolvimento econômico. Para ele, é preciso apostar no treinamento e na qualificação do empreendedor da área cultural.

sábado, 28 de dezembro de 2013

500 câmeras para aumentar a segurança em Niterói / Extra



Prefeito de Niterói promete 500 


câmeras na cidade


Renato Onofre - O Globo
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RIO - Ano novo, vida nova. As reclamações contra as dívidas herdadas da gestão passada continuam, mas o prefeito Rodrigo Neves (PT) promete boas novidades para Niterói em 2014. Uma delas será a instalação, por R$ 8 milhões, de 500 câmeras de monitoramento ligadas ao chamado Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), que Rodrigo planeja construir no Trevo de Piratininga.
— Não é uma função da prefeitura, mas a cidade precisa de uma resposta concreta à sensação de insegurança. Niterói será a primeira cidade do Brasil que terá monitoramento por câmeras em todos os bairros — informa Rodrigo.
O prefeito anuncia ainda a descentralização dos investimentos da prefeitura em melhorias urbanas — que, segundo ele, priorizaram a Zona Sul nos últimos anos — e aponta a Região Oceânica como um dos lugares que receberão “mais atenção’’ em 2014. Repetindo uma promessa de seu antecessor, Jorge Roberto Silveira (PDT), Rodrigo diz que fará a pavimentação e a drenagem de cem ruas da região — o que dá uma média de uma via asfaltada a cada três dias.
— Pegamos um prefeitura falida. Não foi fácil. Com muito trabalho, conseguimos produzir um superávit de quase R$ 250 milhões. Gastamos menos e nos esforçamos mais — diz Rodrigo.
Em relação a projetos de infraestrutura, o prefeito avisa que a Região Oceânica deverá ser o foco dos investimentos não só em 2014, mas nos dois anos seguintes. Além da execução de serviços de pavimentação e drenagem em cem ruas (um projeto elaborado em parceria com o governo estadual), estão previstas obras de saneamento e mobilidade. Em Itaipu, a Avenida Ewerton da Costa Xavier — mais conhecida como Avenida Central — vai se tornar uma via binária de mão única. O percurso no sentido oposto será feito pela Avenida Professora Romanda Gonçalves. O município também refez o projeto de macrodrenagem da Bacia do Santo Antônio, em Piratininga. No total, serão investidos R$ 20 milhões na construção de um piscinão e de um sistema de bombeamento.
— Vamos mudar a divisão de investimentos na cidade. Nos últimos 20 anos, houve uma concentração de recursos para a Zona Sul. O poder público tem que descentralizar as verbas e orientar um processo de desenvolvimento em outras áreas da cidade, como a Região Oceânica e o Centro — diz Rodrigo.

Túnel começa ano que vem

O tão esperado túnel entre Charitas e Cafubá começa a ser perfurado no ano que vem. Sua construção é uma das principais etapas da via expressa, batizada de Transoceânica, que ligará a Região Oceânica à Zona Sul. De acordo com Rodrigo, o contrato de construção e exploração do corredor, assinado na gestão passada com a ViaOceânica, será rescindido esta semana.
— Essa suposta obra de concessão foi licitada às vésperas da última eleição, às pressas, sem qualquer tipo de cuidado. O projeto não tinha licenciamento ambiental e estabelecia um pedágio acachapante ao cidadão, de R$ 11. O rompimento do contrato será unilateral, por interesse público — avisa o prefeito.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/prefeito-de-niteroi-promete-500-cameras-na-cidade-11173573.html#ixzz2oocfHiNK